






“Os caras da Cahiers du Cinéma me procuraram. Eles queriam analisar a conexão entre a placa balançando no início de Seis Mulheres para o Assassino e o telefone caindo no chão quando a Eva Bartok morre. Eu nem mesmo me lembrava o final do filme.”
MARIO BAVA
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Esta entrada foi publicada em 09/02/2011 às 0:14 e está arquivada como Cinema . Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0
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